"Detesto uma grande parte da espécie humana."
(Brigitte Bardot)
Tive êxito na vida. Agora tento fazer da minha vida um êxito.
(Brigitte Bardot)
Com o sucesso de seus filmes franceses, Brigitte participou de uma produção americana em 1954, "Um ato de amor", com Kirk Douglas, tornando-se popular nos Estados Unidos. Ela não agia como as estrelas da época, cheias de estratégias de conquista e frases de duplo sentido. Sua sensualidade vinha do corpo perfeito, da boca carnuda, do olhar expressivo e de um comportamento livre, incomum para as mulheres da época. BB chegou a ser considerada a versão francesa de Marilyn Monroe.
Em 1956, foi dirigida por Michael Boisrond em "O Príncipe e a Parisiense". Dois anos depois, aos 23 anos, participou de mais dois filmes. Na época, a imprensa noticiou seu romance com o cantor francês Sasha Distel. Chamada de "devoradora de homens", diziam que ela enjoava dos namorados com a mesma facilidade que os conquistava.
Entre 1959 e 1962 a atriz ficou casada com o ator Jacques Charrier, famoso por sua atuação em "Babete Vai à Guerra" (1959). Com ele, teve seu único filho, Nicolas-Jacques Charrier, nascido em 1960. Em 1962, Brigitte veio ao Brasil e se encantou com Búzios, RJ, onde passou uma longa temporada.
Em 1956, foi dirigida por Michael Boisrond em "O Príncipe e a Parisiense". Dois anos depois, aos 23 anos, participou de mais dois filmes. Na época, a imprensa noticiou seu romance com o cantor francês Sasha Distel. Chamada de "devoradora de homens", diziam que ela enjoava dos namorados com a mesma facilidade que os conquistava.
Entre 1959 e 1962 a atriz ficou casada com o ator Jacques Charrier, famoso por sua atuação em "Babete Vai à Guerra" (1959). Com ele, teve seu único filho, Nicolas-Jacques Charrier, nascido em 1960. Em 1962, Brigitte veio ao Brasil e se encantou com Búzios, RJ, onde passou uma longa temporada.
Em 1963 foi dirigida por Jean-Luc Godard em "O Desprezo". Depois de muitos e curtos romances, em 1966, a atriz se casou com o playboy alemão Gunther Sachs. A relação durou três anos. Em 1965 apareceu como ela mesma em uma única cena de "Dear Brigitte", filme americano com o ator James Stuart. Brigitte também foi dirigida por Louis Malle em "Vida Privada" (1962), "Viva Maria" (1965) e no episódio de "Histórias Extraordinárias".
"Eu dei minha beleza e minha juventude aos homens. Agora dou minha sabedoria e minha experiência aos animais."
(Brigitte Bardot)
Em 1963 foi dirigida por Jean-Luc Godard em "O Desprezo". Depois de muitos e curtos romances, em 1966, a atriz se casou com o playboy alemão Gunther Sachs. A relação durou três anos. Em 1965 apareceu como ela mesma em uma única cena de "Dear Brigitte", filme americano com o ator James Stuart. Brigitte também foi dirigida por Louis Malle em "Vida Privada" (1962), "Viva Maria" (1965) e no episódio de "Histórias Extraordinárias".
Após filmar "Colinot", de Nina Companaez, em 1973, aos 39 anos, BB se retirou da vida artística. Pouco antes de deixar as telas, declarou à imprensa francesa que não sentia prazer em ser atriz. Por três vezes, tentou o suicídio. Passando a desprezar sua aparência, dedicou-se a defender a natureza e os animais. Sua luta era pelo fim da venda de gatos e cachorros em anúncios classificados, pela proibição do uso de animais selvagens em circos, pelo final das touradas e das brigas de galo, e pelo fim da criação de animais para a fabricação de casacos de pele.
Em 1992 ela se casou com Bernard dOrmale, político francês de extrema direita. Longe dos estúdios cinematográficos, a atriz envelheceu de forma amarga. Seu livro "Um Grito no Silêncio", publicado em 2003, provocou grande polêmica. Brigitte foi acusada de exaltar o preconceito contra negros, homossexuais e imigrantes e se tornou uma vergonha para os franceses, que preferiram se fixar na imagem da jovem loura sexy da década de 1960.
Fonte: UOL.




















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Adorei o blog, já estou seguindo!
ResponderExcluirBrigitte Bardot será eterna musa!
Bjos
Amanda Fernandes
www.redapplepinups.blogspot.com